Boxing Music

Jul 7, 2007

é giro


É, de facto, um equipamento alternativo.

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GCP - Dança Jazz


Jul 6, 2007

Onde vou estar amanhã


Apagava estes dias da minha vida

A enxaqueca é uma dor de cabeça forte ou muito forte que normalmente aparece periodicamente e que normalmente é pulsátil ou latejante. Qualquer movimento da cabeça normalmente agrava-a assim como os esforços físicos ou mentais. Muitas vezes apanha apenas um lado da cabeça e costumam ser acompanhadas de intolerância à luz e ao barulho e muitas vezes são acompanhadas por vómitos.

As pessoas acometidas deste problema procuram um local escuro, sossegado onde possam repousar ou adormecer. As enxaquecas costumam ser uma crise que pode durar horas ou dias durante as quais a pessoa fica completamente por terra e incapaz de funcionar normalmente.

Por vezes existem enxaquecas ditas com auras nas quais a pessoa tem perturbação da visão, como perda da visão de um dos lados, desfocagem das imagens, sensações de linhas brilhantes, pontos ou figuras luminosas ou mesmo por dormência ou formigueiro na cara ou mesmo na mão.
Por vezes existe a enxaqueca menstrual que ocorre antes, durante ou após a menstruação e que tem a ver com os ciclos biológicos e hormonais (e com problemas existentes no corpo). A enxaqueca menstrual é uma das que desaparece ou diminui significativamente quando se corrigem os problemas existentes no corpo e no sistema sacro craniano.
NÃO, O IOL NÃO ME PARECE UM LOCAL ESCURO, NEM SOSSEGADO NEM UM LOCAL ONDE EU POSSA DORMIR OU REPOUSAR.

T.I.B

T.I.A
This is Africa.

Fiquei a meio do filme. O DVD estava todo riscado e era impossível de continuar a ver.
T.I.B - This is Blockbuster.

Jul 4, 2007

O medo (ou pânico, nem sei...)

Realmente até hoje (ou até Domingo passado), dizia eu que tinha medo de andar de avião. E tinha. Mas nunca (nem mesmo ao furar o tímpano, pois agora chego à conclusão que não foi medo, foi "apenas" dor), nunca, o tinha sentido. Duas coisas completamente diferentes.

Estou eu a fazer escala em Milão e começa o céu a ficar pesado e preto. "Ladies and Gentelmen, we're sorry but there is a delay on the flight coming from Lisbon, because of the weather". Pimba, fiquei logo pregada ao banco da sala de espera.

De 10 em 10 minutos pediam desculpas, mas íamos ter de esperar mais 2o. Que medo.. comecei logo a dar largas à imaginação (no meio dos luminosos raios da assustadora trovoada que se sentia nesta cidadezinha que já me começa a dar tristezas demais) e, para ajudar à festa, um portuguezinho "ah, lá em cima a trovoada é bué da fixe... a sério. É bué da fixe" (claro que eu já lhe tinha dito que estava em pânico, na tentativa de não ficar abandonada no avião - foi em vão totalmente). Mas continuando, dizia ele "é bué da fixe.. a cena é que o problemas das trovoadas é que causam diferenças de temperatura e, pimba, lá vem um poçinho de ar, mas é uma sensação bué da fixe na barriga...".
Começou-me o queixo a tremer... Liguei ao meu pai que me rejeitou e respondeu por SMS "estou na missa". Respondi "Boa, reze uma por mim".

O portuguezinho continua a sua história linda e sai-se com: "olha (com um tom de que só faltava sair o xabala!), um amigo meu noutro dia, apanhou tanto poço de ar, tanto poço de ar, que estava a jantar e ficou com a comidinha toda no tecto... Até as máscaras de oxigénio caíram."

Para mim, aí é que eu realizei tudo: até àquela data eu nunca dei o devido valor (nem atenção) às hospedeiras e hospedeiros (os de hoje em dia, chiquérrimos comissários de bordo) naquelas macacadas do início de voo. Bem, nesse Domingo, para além de ouvir tudo como se estivesse a ver o melhor filme do ano, só me faltou tomar notas no panfleto que também explica (o que está ao lado do saquinho para onde se vomita).

O medo foi de tal maneira, que senti a total falta de força nas pernas e no rabo, a pior sensação que tive até hoje. De impossibilidade, impotência. Mandei outra SMS ao meu sr. "saia já da missa sff, preciso de falar". Chorava, chorava. Foi por um triz que não entrei no avião. Até chegar mesmo à porta, perguntei cerca de 3 vezes, a 3 pessoas diferentes, se o que estávamos a fazer era seguro. Por que é que o piloto responde sempre com ar irónico (já não foi a primeira vez que perguntei) "hehe, acho melhor não vir, porque acho que hoje o avião vai cair"??? Só consigo acreditar que eles nunca estão 100% seguros do que fazem e, por isso, preferem dar aquela resposta, numa de "se cair, eu não garanti nada".



Entro no avião, calho nos luagrzinhos de 3, mas.............. SOZINHA. Estava tudo contra.. era eu a rir-me para 2 italianas que vinham para Portugal, não davam uma para a caixa em Inglês. O tédio era total. Chorava, chorava... O comissário fazia perguntas, nem o ouvia. Lá me trouxe uma manta. Mais tarde uma almofada. Acho que ele se deu conta do meu medo.

Aterrei (em vez de às21h30, às 01h00 da matina) e nem sei bem qual foi a mistura de sentimentos, sei que senti uma descarga gigante... umas dores de cabeça... nem sei.. Odiei o medo. Até me lembrar desta, viagens, só de carro.

Depois de ver 5 gajas aos gritos a gritar "vivós noivos, eh eh eh", a coisa ia, vagarosamente e penosamente, voltando ao lugar.


nãããooooooo


Estou desejosa de ir ver este filme!

Jul 2, 2007

Já fui feliz em Mykonos II

  • Todas as casas são iguais: brancas com ombreiras azuis
  • Nas praias, o sol está sempre nas nossas costas
  • Debaixo de 45º não se aguenta na praia, sem ser de molho e repara-se numa fileira de xanatos à beira-mar
  • Em cada metro quadrado, 2 gays
  • Carro que mais se vê é o Hyundai Atos (37€ / dia)
  • Dos 18 anos para baixo todos são teenagers inconcientes, ao volante de motoretas, sem sapatos nem t-shirts
  • Não se vê verde de tão queimado que todos os montes e vales estão, pelo que a água é caríssima

Já fui feliz em Mykonos

A resposta foi sim.

Brinquedo novo a caminho !


Sim, que fiasco!

Jun 29, 2007

Memo to me

Nunca mais sair até às 6 da manhã com trabalho no dia a seguir.

Jun 27, 2007

Sensibilidade patronal

Diz o chefinho ao colega que vai casar daqui a 2 dias, enquanto lhe entrega um ( sejamos francos ) enorme embrulho:
- Então tome lá, muitas felicidades, que corra tudo bem e espero que acerte à primeira.

Boxing Music #3


Não posso ser só eu a dar sentido à razão
Vais ter que vir tu e arrancar-me a escuridão
É que ás vezes quem vence fica sempre a perder
Vamos deixar de usar armas no que queremos ser.

Mas tens que escrever quem vês em mim
Vais ter que contar quanto dás por nós
Sem mais Contos de embalar.

Não podes ser só tu a dar sentido ao buraco
Se não te queres lembrar do que sentiste no fundo
Agora tens que vir tu saciar-me os segredos
Porque é fácil de mais o que me queres vender.

Mas tens que escrever quem vês em mim
Vais ter que contar quanto dás por nós
Sem mais Contos de embalar.
Toranja - Contos
Nota: O primeiro álbum é engraçado. Gostei, e não sei porquê, faz-me lembrar fins de tarde a beber cerveja e comer caracóis na praia. Daí associá-lo a um dos meus programas preferidos, e dai se calhar também gostar mais do que ele me faz lembrar, do que a musica em si, se é que me faço entender.
Quando saiu o segundo, confesso que o ouvi na diagonal e pareceu-me um bocado um aumento daquela raiva/depressão/ “eu-contra-o-mundo-ninguém-me-comprende-sou-tão-infeliz-e-estou-sozinho“ à qual eu associo o vocalista e/ou as respectivas letras.

No entanto, tenho estado a ouvi-lo melhor, e cheguei à conclusão que gosto mais do que do primeiro. No atelier, a brincar aos alçados, e a pensar nas férias que estão à porta (mais do que devia), entretém-me.

Jun 25, 2007

Jun 21, 2007

YAYYY

A minha mãe é um espectáculo!

PARA A INÊS

A Inês era voluntária na MAC. Porque há sempre um amigo, do amigo, que é amigo, telefonaram-lhe avisando-a que havia uma Ana que estava sózinha nas urgências e que precisava de alguém. Soube mais tarde que antes de ir ter comigo a Inês foi perguntar à minha família o meu nome e saber porque é que eu estava ali!
Chegou ao pé de mim, com olhar vivaço, apresentou-se e disse-me que não era preciso falar, que estava ali para me fazer companhia. Comecei novamente a chorar… deu-me a sua mão de forma decidida. E ali estivemos, grande parte do tempo em silêncio, mas a Inês estava ali ao meu lado, esteve sempre ao meu lado até eu ser atendida, já no final da noite. A Inês, nesse dia, tinha um jantar em sua casa, mas dizia com tranquilidade, que já tinha tudo preparado e que não era um motivo de preocupação.
Obrigada Inês do fundo do meu coração.
( Entenda-se que a minha mãe é a Inês. )

Jun 18, 2007

" Half Nelson "

Change moves in spirals, not circles. For example, the sun goes up and then it goes down. But everytime that happens, what do you get? You get a new day.

Um filme sobre a decadência e desistência humana, que mostra que quando se bate no mais fundo, o único caminho que sobra é mesmo para cima.


PS - E este Ryan Gosling é mesmo bom ó caraças... E a miúda que está ao lado ( de nome Shareeka Epps ) também não se safa nada mal.

Jun 15, 2007

Regresso à infância enquanto trabalho...


A quem possa interessar : há uma gaveta cheia deles em casa da Kika e do Bernardo. Obrigada !

Maratona

Organizada pela Associação do Património e População de Alfama, a Maratona pretende levar os amantes da fotografia digital a observar e sentir, durante 12 horas , as ruas e os diferentes ambientes das Freguesias de Santiago, Sé, Santo Estevão, São Miguel e São Vicente de Fora.
Na edição deste ano os participantes serão desafiados a percorrer alguns locais surpreendentes e insólitos de Alfama , nos quais ser-lhes-ão sugeridos outros pontos de interesse e, ao mesmo tempo, lançadas questões que pretendem provocar diversos e diferentes percursos fotográficos, sem nunca esquecer os grandes temas deintervenção da APPA, o Património e a População.
Ao longo do percurso o participante será também surpreendido com intervenções culturais de curto formato - animação de rua, sessões de contos, instalações, mostras de artesanato, etc...
A quem possa interessar: inscrições até dia 21 de Junho.
Mais informações aqui.

Jun 14, 2007

Será?

Rua Maria Pia, 501.

Jun 12, 2007

Santos?!

Santos?! Populares?! Atrofio?! Ir?! Não ir?! Gente!? Febra?! Bailaricos!? Jola!?
Porque é que se não me apetece, vou lá acabar?!
Que nervos..

Jun 11, 2007

Espaço

Acabeideterumatrocadeemailsnummomentodepuroatrofio,quemefeznotar,ourealçar,aimportânciadoespaço.Defactosemeletudoseconfunde,nadasepercebe.Avidasemqualquertipodeespaço,atodososníveiséinútil.Nadafazsentido,muitomenosestepost.

Jun 10, 2007

Private #4

Actualidade

De facto há dias em que nada parece fazer sentido.

Sabiam que...

... agora existem listas de baptizados.
Assim como as listas de casamento, passaram a existir listas de baptizado. Os presentes do último onde estive este fim de semana, consitstiam na maioria em grandes embrulhos do El Corte e da Imaginarium.
Qual o meu espanto quando a mãe da criança abre a minha mini-caixa onde estava uma cruz e diz :
Boa ! É optimo, ainda não tinha recebido nenhuma!

Jun 8, 2007

Onde vou estar daqui a 1 mês


Vai ser a 3ª, as outras foram Gotemburgo em 1999 e Lisboa em 2003. Porra que este tempo passa a voar ó caneco...

Jun 7, 2007

Ernst Happel Stadium, Viena, Austria

O Euro2008 terá como anfitriões a Áustria e a Suíça, cujas selecções serão automaticamente qualificadas. O torneio será disputado entre 7 e 29 de Junho de 2008. O campeonato já tem seus dois mascotes que serão o símbolo do Euro 2008, eles se chamam Trix e Flix.



Recebeu as seguintes finais da Liga dos Campeões:
1964: Inter de Milão 3 - 1 Real Madrid
1987: FC Porto 2 - 1 Bayern Munique
1990: AC Milan 1 - 0 Benfica
1995: Ajax 1 - 0 AC Milan
Oxalá receba em 2008:
Portugal 1 - 0 Grécia, com um golo de Charisteas na própria baliza, aos 91 minutos.

Jun 6, 2007

Parabéns JM! #2

Aqui fica a equipa dos talentos da Universidade Autónoma de Lisboa:







Vencedores do Concurso Universidades "Vazios Urbanos", da Trienal de Lisboa 2007:


Mais uma vez: PARABÉNS UAL!!

Papigo?! Que sorte...



Gordo, acha que assim dá para ter uma (mínima) noção do sítio onde está?


vOLTA aO mUNDO

Estes teus textos, descrições, aventuras e, mais forte de tudo, essas tuas fotos, andam-me cá a deixar com uma sensação esquisita. A vida não pode, de facto (e claro, muito resumidamente), ser só isto. Trabalho, casa, fds, trabalho, casa, fds... Nem que seja por 6 meses, não posso morrer sem fazer isso. Parabéns à tua prima também, os blogues estão fantásticos.

PS - adorei o postal.

:-|

Margarida Vila-Nova é Carolina Salgado.
Nicolau Breyner o Sr. Presidente.

Parabéns JM!

Zona Ribeirinha Poente - Lisboa

Lança-se a hipótese de que a médio/longo prazo o eixo ferroviário da linha Lisboa-Cascais seja desactivado entre o Cais do Sodré e Algés, zona onde será construído um novo interface de transportes públicos. Esta hipótese permitirá restabelecer a relação entre o tecido urbano da zona ribeirinha de Lisboa e as margens do rio. Trata-se, neste caso, de uma área urbana que possui escassa informação histórica e em simultâneo grande capacidade de atracção enquanto espaço público.

Pretende-se lançar uma reflexão em torno do espaço ribeirinho, separado da cidade pelas infra-estruturas viárias, e a redefinição do espaço deixado vazio pela desactivação da linha de caminho de ferro. Pede-se uma estratégia que defina uma nova permeabilidade entre a cidade e o rio.

Parabéns UAL!

Jun 5, 2007

Já tenho o

ROOOOOOOOOOOOOXANNEEEEE :)

Holmes Place - uma história de amor II

Tenho a certeza absoluta como me chamar Maria, que dos teus leitores fui a pessoa que melhor percebeu essa história de amor. A minha é parecida, só não consigo é chamar de amor.

Enfim... Estamos em Janeiro de 2005, eu acabada de ser dra., naquela fase gira de envio de "olá, eu sou muita boa, uau tenho um curso e quero trabalhar aí, porque sim", isto é, estava eu com todo o tempo do mundo. Gorda e anafada como o habitual pensei, "é desta que vou p'ró Holmes Place, esse ginásio que, como bem dizes, tem instalações em qualquer parte do país, logo qualquer local que venha a ser o meu 1º emprego, irá concerteza ter um por perto, tipo para ir à hora de almoço. (lol aqui fica a primeira piada da coisa).

Não sabendo uma jovem licenciada quanto tempo iria permanecer a situação, embora lá. A inscrição foi com o Victor (o MONGO do Victor), o qual me ligou mais vezes que o meu pai num dia (garanto que foi obra), e com a Joana prima, a qual se encontrava na mesmíssima situação que eu e também ia apostar naquele ginásio de gente girérrima. Não, minto, ela tirou Direito, daí que diferenciasse um pouquinha a nossa situação. Também íamos felizes da vida porque ainda possuímos cartão de estudante da Universidade Nova de Lisboa, o qual, "vendiam-nos", permitia que a joia fosse de 25€ em vez dos habituais 500€. Como se alguém daquele ginásio tivesse pago aquela quantia. Eles têm "promoções" para todos os gostos. Ou porque és filha da mãe, ou do pai, ou pq a avó cagou no mm WC em 1919 que o Michael Jordan, enfim... desculpas não faltam.

Lá fomos, à visita guiada fantástica com o MONGO do Victor (menos ao balneário dos homens, ufaaaa, porque sim, para ver o Herman José...) - obrigada Victor por essa luzinha momentânea. Seguiu-se a parte de leitura do contrato, eu confesso que não li UMA palavra (admito que por preguiça, mas também não era fácil), admito que estava a Joana (habituada à coisa) e admito que também não estava muito importada porque já sabia que o "chato" era que se tinha de lá estar 12 meses. Correcção, tinha de se pagar 12 meses, 90€ (porque eu não podia ir antes das 18h), independentemente de ir ou não ir. A ÚNICA pergunta que eu fiz foi: "Mas espere lá, se eu partir uma perna?!". A resposta, com um riso de idiota estampado naquela fuça, foi de imediato "claro que nesses casos pode rescindir, não somos assim tão inflexíveis", dando-me um ar de que, para além de isso nunca acontecer, claro que eles abriam excepções.

Vem aí parte boa. Só me empreguei (lol) neste mundo e mercado difícil (lol) no dia 2 de Maio, ou seja, usufruí 4 meses (a fundo) das máquinas, picina, jacuze e sauna... Foram momentos maravilhosos. (Tirando no 1º dia tive de comprar um cadeado por ou 5€ ou 8€, não me recordo, pois doutra maneira, a roupa, carteira, enfim, o meu tesoiro, ali ficava não trancado nos cacifos daquele balneário). Tudo bem... siga... de curso feito, acabado e terminado, que é que interessam 8€!?!? A vida é bela, embora mas é abater a banha.

Seguiram-se os testes (quer dizer, as perguntas do que eu esperava daquele ginásio e a medição da tensão) e lá fui para casa toda emocionada. No dia a seguir começámos as 2. Aliás, as 3, já estava lá outra amiga.. O Holmes Place é assim, GIRíSSIMO! Nas aulas, perdia mais tempo a dar beijinhos e olás do que propriamente no remo.. Que tédio de programa que me tinham dado. Remo, pernas, braços.. E a barriga!?!?!? era o que eu queria. Não perceberam nada...

Quando comecei a trabalhar deixei praticamente de ir. Por razões de falta de tempo ou não, não interessa. No meu ver até me podia não apetecer nunca, que já era mais que motivo suficiente. Inaugurei os pedidos (a bem ainda) de cancelamento. "Comecei a trabalhar, não tenho tido tanto tempo nem disponibilidade... etc etc". A resposta era sempre, não, não e não. Até uma proposta de "Não pode vir às 6h da manhã?! Olhe que o ginásio nessa hora tem imensa gente, pois também não podem vir mais tarde. Faça lá um esforço". Contei até 20 e perdoei-a porque não sabia o que dizia e não me conhecia, por isso não conseguia perceber que eu até podia ter tempo, mas a vontade tinha ido cano abaixo e que eu não ia continuar a permitir o assalto mensal à minha (modesta) conta bancária.

Fiz o quê? 10 telefonemas? 15 pedidos? O resultado foi que paguei 90€ x 5 meses (Mai, Jun, Jul, Ago, Set), com 6 idas (confirmadas por eles) ao ginásio. Tinha de acabar de algum modo. Em Setembro, melhor desculpa de todas: fui operada ao tímpano (não, ainda não oiço bem). Setembro inteiro ainda andava abananada, lá para Outubro (e as mensalidades a pingar) enviei para a Administração uma carta escrita com todo o histórico de tentativas frustradas, pois agora tinha um atestado (VERDADEIRO! que é coisa rara) de que não podia ir até ao final do ano (pelo menos) e a resposta / solução deles foi: "Sim, de facto nos meses que o médico não a deixa vir, não paga, mas depois tem de completar os 12 pagamentos na mesma". Coitada dela.. O que é que a estúpida (se calhar era a Rita!) foi dizer...

Nesse mesmo segundo liguei para o Banco, "não dou nem mais uma ordem de QUALQUER pagamento a estes srs., QUALQUER pagamento a partir de hoje será da vossa responsabilidade". Safei-me assim de 4 meses (dos 12). A partir daí choveram (+ de 2 por dia) os telefonemas dos srs. (cabrões) todos mansos, cheios de compreensão e flexibilidade, a perguntar "tem a certeza que não quer voltar e resolver tudo a bem? É que se não, teremos de ir para os nossos meios". Lol que risada, quando diziam "os nossos meios". Estamos em Junho 2007, continuo à espera dos meios deles.

O que é certo é que a partir daí comecei a ouvir esta história em cada canto, Outdoors com "pague 1 inscrição, venham 2 pessoas". Quando não tiverem clientes, é quando atingirei a felicidade na sua totalidade.

PS - Primo, se souberes de abaixos assinados ou manifes, conta comigo.

Finalmente #3

Iniciei ontem a época da cerveja gelada à beira rio ao fim da tarde. Futuramente virão os caracois.

Sr. Carôcho

Ao chegar ao atelier hoje de manhão, estacionei o carro no sítio do costume e disse um olá ao Sr. Carôcho que todas as manhãs me vem dar os bons dias e cravar um cigarrinho.
Nisto passa outro carro por nós e ele muito aflito diz-me:

É pá... Para este já não tenho lugar já chegaram todos.. A menina já cá está, só me falta a cliente do Opel Corsa que já tenho reservado o lugar ali atrás, este nao sei como vou fazer.

Deduzo que sou também uma cliente.
Estão cada vez mais finos.

Jun 4, 2007

Trienal #2

Bem resumidinhos aqui os dois restantes dias.
Elizabeth Diller
que apresentou o projecto da High Line em NYC. A ver.
Muito à frente...As maluqueiras que estes mexicanos inventam...
Bjarke Ingels
O mais novo dos oradores da Trienal, a.k.a "jovem iniciativa" com uma das melhores apresentações ( pelo menos para mim ).

No âmbito do tema Cidades Instantâneas / Centros Instantêneos desiludiu. Em vez de falar sobre a rapidez de crescimento das cidades orientais como eu esperava, acabou por mostrar projectos seus que foram construidos rapidamente com a ajuda de estruturas instantâneas, e novos materiais e técnicas de construção.
Enfim, pelo menos boas fotografias não faltaram.

Jan Kaplicky fechou a série de conferências que duraram estes três dias. E que fecho. Começou por dar os parabéns a Portugal pela quantidade exorbitante de moinhos eólicos que observou do avião, e iniciou a sua apresentação. Passados 2 minutos carregou num botão sem querer que lhe fez adiantar um slide e ameaçou que se ia embora. À segunda passados outros dois minutos saiu do palco. Regressou e passou os 40 min seguintes ora a refilar, ora a ameaçar que se algo voltasse a acontecer se ia embora, ou a refilar com os flashes, ora a "respirar fundo" para se acalmar. E ah! Ainda rejeitou uma chamada quando o seu próprio telefone começou a tocar. Enfim, apresentou todo o portfolio da sua vida inteira profissional, saiu e não voltou para o debate.
Dos 27 arquitectos oradores, arrisco dizer que só aí uns 6 se mantiveram fieis aos temas propostos, os restantes limitavam-se a mostrar projectos que decorreram no respectivo atelier, é pena.
No entanto o resultado foi positivo, gostei muito. Foram três dias que abriram a cabeça, e ofereceram uma vontade enorme de ir para casa desenhar.

Com licença agora, que tenho aqui um aldeamento no Algarve para fazer.
PS - Ausentes estiveram Zaha Hadid e Felix Claus.

Jun 1, 2007

Vida de Carolina Salgado passa a filme

O guião, diz o DN, irá girar à volta de Carolina, «sempre na primeira pessoa, desde a infância à passagem pela casa de alterne (onde conheceu Pinto da Costa), e daí ao convívio intimo durante seis anos com o presidente do FCP, acabando na polémica separação e na revelação dos segredos sobre os bastidores do futebol português».
Convém lembrar que João Botelho e Leonor Pinhão, assumidamente adeptos do Sport Lisboa e Benfica, têm apoiado Carolina Salgado desde que a ex-companheira de Pinto da Costa decidiu publicar o livro «Eu, Carolina» (que servirá de base ao argumento do filme), em que denuncia casos polémicos dos bastidores do futebol nacional, além de contar pormenores sobre relação com Pinto da Costa.

May 31, 2007

Estou infeliz

Descobri ontem que tenho dois cabelos brancos.

The Police


25 Setembro
Estádio Nacional



Estou lá!

Trienal #1

Dia 1

Manhã - A conferência com o tema Redefinindo o centro contou com a presença de Thom Mayne, João Luis Carrilho da Graça, Saskien Sassen e Luis Fernandez-Galiano como moderador.
A meu ver, nenhum se agarrou convenientemente ao tema, limitando-se a mostrar projectos desenvolvidos ou a falar durante horas sobre o ultimo livro que escreveram. No debate valeu a "picardia" entre Mayne e Carrilho da Graça para acordar a plateia.

Tarde - A tarde sim, foi outra coisa; com Paulo Martins Barata dos Promontório como moderador, tema Realidade e Cenografia, e os seguintes participantes:

Jamie Fobert

Exposição temporária na Tate Modern - Londres

Eduardo Souto Moura
Edifício ( torre ) do Burgo - Porto

E Mark Wigley, extraordinário, que não apresentou nenhum projecto seu e limitou-se a falar.

We are architects, we don't have a life. We chose not to have a life. We only have architect friends, we talk with architects, we eat with architects, we even sleep with architects. We are in constant pain, because we are the only peolple in the world who don't know what a building is; everyone knows what it is, except for us. That's why we spend our entire life talking about it, because we just want to know.

Amanha há mais:
Yehuda Safran
Elizabeth Diller
Felix Claus
João Pedro Serôdio
Pedro Gadanho

Zaha Hadid

Nuno Grande
Dominique Perrault
Jonathan Sergison e Stephen Bates
Rodolfo Machado
Fernando Romero
Francisco Mangado

May 28, 2007

Ele há coisas...

Os meus phones aqui do atelier escangalharam-se... Só uma das duas "orelhinhas" funciona.
Assim vim a descobrir que oiço bem melhor do ouvido esquerdo.
Será normal ?

Dave Matthews Band

3 horas e meia de muito boa musica.

Na minha opinião, pontos altos: When the world ends que acabou num momento musical a lembrar uma “jam session” com especial destaque para Butch Taylor no piano, Gravedigger ( já na "2ª parte" ) e “Stay” – que teria feito muito bem as honras de fim do concerto.

Ponto baixo: o suspeito do costume; para mim o Pavilhão Atlântico não vinga em concertos. Na primeira musica Everyday até me assustei, mas graças, o som melhorou bastante à medida que o concerto avançava.

No entanto insisto, isto no Coliseu tinha sido um mimo.

3 horas e meia ó caraças... Confesso que ainda não sinto as pernas.

May 26, 2007

Lybrel

Ainda temos de esperar 1 ano..