
Com Edward Norton e Naomi Watts, The Painted Veil

Com Edward Norton e Naomi Watts, The Painted Veil

* E antes que algum familiar faça aqui um apontamento.. Parabéns ao Jota.
Supostamente todos os anos digo a mesma coisa, o tom varia consoante as circunstâncias de cada exibição. Quando calha a um sábado de sol, o dia todo, o tom aumenta bastante de volume acompanhado de movimentos e palavreados dos quais eu não me orgulho muito.
Já foram muitos anos, já não é a mesma emoção nem um acontecimento à volta do qual se gere o meu fim de semana. Já não há o nervosismo, o stress. É mecanico: chegar, vestir, pintar, aquecer, dançar e literalmente dar de frosques.
Mas depois nunca é assim. Apesar de não haver stress, a emoçãozinha ainda aparece. O ambiente é animado, o aquecimento uma galhofa, e as coleguinhas são o rir. Depois vem o teste de som e de luzes.. dá sempre o toque profissional. O vestir, pintar..apesar de ser sempre a mesma coisa, não deixa de ter a sua graça...
E finalmente vêm os minutos antes da entrada em palco. É o melhor. O backstage de um espéctaculo, de qualquer dimensão, é já de si um espéctaculo. Amontoados de gente à espera de entrar, pessoas de microfone a falarem com 4 pessoas ao mesmo tempo, e homenzinhos a andarem de um lado para o outro a fazerem coisas que ninguém sabe bem o que são; isto tudo acompanhado por uma musica de fundo que acompanha as silhuetas dos que estão a actuar, todos concentrados em abstrair-se dessa confusão, e que a plateia de olhos postos neles nunca chega a perceber.
A exibição em si passa a correr. No segundo em que a musica começa tudo desaparece.. Somos só nós e o que temos de fazer. Olha-se para a frente, mas nunca para o público. Tem-se em atenção o que as outras estão a fazer para sincronizar movimentos, mas nunca se olha para elas. Percebe-se que alguém se enganou ou caiu, mas não se ri ou diz palavrões. Isso fica para o fim, de regresso ao backstage, a comentar o que correu bem, mal e gozar com quem se enganou. O espéctaculo continua, mas não se dá por isso. É voltar ao balneário, despir, despintar, despedir e ir embora.
Este é o ultimo ano de exibições.
Ya. Sim sim... Morde aqui a ver se eu acredito.
O fim anunciado das cláusulas de rescisão
«Ora, se o Supremo Tribunal de Justiça entende que a indemnização não pode ser superior ao montante dos salários do jogadores até ao final do contrato, ainda se torna mais evidente que as cláusulas de rescisão estão seriamente comprometidas. Aliás, essa é uma realidade que se tem evidenciado nos últimos tempos, pois algumas cláusulas de rescisão já foram consideradas ilegais», recorda o presidente do Sindicato de Jogadores.
Joaquim Evangelista entende que esta é uma grande notícia para os jogadores, afastando cenários catastróficos. «Repara-se que, quando surgiu o caso Bosman, fizeram-se previsões catastróficas, mas a verdade é que o futebol não acabou, os clubes não acabaram, o espectáculo não acabou. Mas esta decisão do Supremo Tribunal pode ter um impacto enorme, a nível nacional e até internacional», conclui o líder do Sindicato de Jogadores."
in Mais Futebol
Taj Mahal, Agra, Índia (1630 d.C.). É considerado uma das mais perfeitas jóias da arte muçulmana na Índia. O imperador acabou por ser preso e, segundo se conta, só conseguia então ver o Taj Mahal a partir da pequena janela da sua cela. Símbolo de Amor e Paixão.
Muralha da China, China (220 a.C. - 1644 d.C.). É o maior monumento já construído pelo homem e o único visível do espaço. Muitos milhares de pessoas pagaram a construção desta estrutura colossal com a própria vida. Símbolo de Preserverança e Persistência.
Estátuas de Ilha da Páscoa, Chile (séc. X-XI). Conjunto de esculturas de pedra com 25 metros de altura continua a intrigar historiadores e arqueólogos quanto à sua origem. Símbolo de Mistério e Espanto.
* E ainda há malta que refila com o tratado de Bolonha, que se fosse um ano depois tinham menos um ano de faculdade... Isto é que é galo.