Boxing Music

Oct 15, 2009

Também quero opinar sobre a Maitê


Esta história da Maitê Proença faz-me lembrar os ídolos.
Estamos em casa, muito bem a passar canais, e na TV aparecem umas personagens que acham (ACHAM) que sabem cantar. Sentimos uma "vergonha alheia" que quase nos faz mudar de canal, e passado o sofrimento quando são recambiados porta fora, ficam ofendidos, e não percebem como é que aqueles ursos a quem chamaram para ser júris não percebem, nem vêem todo o talento que têm para oferecer.

Neste caso temos uma celebridade -Maitê-, que vem a Portugal e: descobre um número de porta pregado ao contrário, chama "mar" ao rio Tejo, não consegue fazer uma ligação do seu portátil à internet (ou julga ela que não consegue, porque se continuarem a ver o programa a primeira coisa que diz uma das mulheres que está com ela é Recebi um imeiú seu a djizé qui não consiguia mandar emeius, e termina toda ela cheia de classe,a cuspir para uma fonte -um dos gestos mais finos que uma mulher pode fazer, a seguir a tirar as cuecas do rabo, e cheirar os próprios sovacos-.

O público sentiu vergonha alheia, o júri não gostou, e a Maitê não percebe, mas não percebe mesmo, porque é que ninguém achou graça.
Graça??... Oh fofinha, depois dessas figuras, antes tivesses tido...
Ofensa?? Eu pessoalmente, fiquei tão ofendida como fica ofendida a minha extraordinária voz de rouxinol cada vez que uma pessoa sem ponta de jeito para a cantoria lança ares de estar a cantar ópera.

E mais uma coisa: daqui a uns anos, mandamos para o Brasil a Soraia Chaves fazer um vídeo amador (do género do da Maitê) dela própria a mandar uma poia no calçadão.
Isso sim, era uma resposta à altura a esses brazileiros...bandidos.



A ver se gostam. Toma!

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